Archive for the ‘Sérgio de Vasconcellos’ Category

Integralismo: um novo paradigma

março 19, 2015

Resenha de “Integralismo: um novo paradigma”

O texto a seguir é uma Carta endereçada ao Professor Ubiratan Pimentel, e está sendo divulgada aqui com a sua autorização.

Rio de Janeiro, 26 de Fevereiro de 2015.

Ano LXXXII da Era Integralista.

Prezado Companheiro Ubiratan Pimentel.

Você tem insistido comigo que eu elaborasse uma Resenha sobre o Livro. Até aqui estava resistindo, mas, os muitos e muitos anos em que tenho a honra de privar da sua amizade já me conscientizaram de que, via de regra, você está certo quando se obstina em um ponto de vista. Portanto, aí vai a Resenha solicitada:

O volume tem 141 páginas, e é dividido em 22 Capítulos.

Grosso modo, os Capítulos podem ser divididos em 05 blocos temáticos: Alertas aos que estão ingressando no Movimento; Doutrina Integralista; Integralismo e Religião; História do Integralismo; e, Integralismo e Economia.

Alertas aos que estão ingressando no Movimento: Infelizmente, e você sabe, querido Companheiro Pimentel que há muita bobagem sendo difundida por aí como sendo o Integralismo e daí ser necessário dar alguns avisos, o que fiz nos Capítulos I – “Contextualização da Doutrina Integralista”, II – “O Erro NeoIntegralista”, III – “O PseudoIntegralismo”, e IV – “Ismos”. O Capítulo I me parece o melhor desta seção, onde abordo a importância de não confundir os nossos Princípios Doutrinários, que são imutáveis, com afirmações meramente conjunturais e sem perenidade que também aparecem na nossa Literatura.

Doutrina Integralista:  Trato de diferentes aspectos da Doutrina Integralista nos Capítulos V – “Integralismo”, VI – “A Concepção Integralista da Sociedade”, VII – “O que pensamos das conspirações  e da politicagem de grupos e facções” (é um comentário ao Capítulo VI doManifesto de Outubro), VIII – “O Homem Integral, de Plínio Salgado, seria o mesmo que o Super-Homem, de Nietzsche?” (você é citado neste Capítulo), e IX – “Os Corporativismos Integralista e fascista na Obra “O Estado Moderno” de Miguel Reale”. Modéstia a parte, todos muito bons…

Integralismo e Religião: Este é um tema que se presta a todos os absurdos e dedico ao mesmo os Capítulos X – “Integralismo e Religião”, Capítulo XI – “Deus no Integralismo”, XII – “O Integralismo e as Religiões”, e XIII – “Catolicismo e Integralismo”. Nestes Capítulos eu deixo claro que o Integralismo é Teísta, porém, não é confessional; que o Integralismo é uma Frente Única Espiritualista, que reúne Brasileiros de todos os Credos Religiosos (Cristãos e não-Cristãos); e, finalmente, que no Estado Integral haverá Liberdade Religiosa. Julgo o assunto tão relevante que estou escrevendo um Livro inteiro sobre ele, o título será “O Integralismo e as Religiões”.

História do Integralismo: Onde trato de questões tópicas da nossa História: Capítulo XIV – “Manifesto de Outubro – Breve Resumo Histórico”, XV – “A Manipulação da História”, XVI – “O Integralismo e a Revolução Comunista de 1935”, XVII – “Mais um texto anti-Integralista mascarado de estudo acadêmico”, e XVIII – “Ao General Torres de Melo – Carta Aberta”. Este último deve desagradar aos maníacos da intervenção militar…

Integralismo e Economia: XIX – “Revolução Agrária: Revolução Verde do Brasil” (você é citado numa nota de pé de página), XX – “A Revolução Agrária”, XXI – “Integralismo e Capitalismo”, e XXII – “A Economia Integralista” (que o Companheiro Victor Emanuel Vilela Barbuy considerou a melhor síntese das ideias econômicas do Integralismo). A Economia Integralista será objeto de outra Obra que estou elaborando.

Está ai a resenha. Aliás, está mais para uma descrição de conteúdo do que para uma resenha propriamente dita…

Pelo Bem do Brasil!

Anauê!

Sérgio de Vasconcellos

Integralismo: um novo paradigma

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Integralismo: um novo paradigma

março 7, 2015

Integralismo: um novo paradigma

O livro “Integralismo: um novo paradigma” foi lançado recentemente. Maiores informações no seguinte: https://agbook.com.br/book/176744–Integralismo    Anauê!

Integralistas: União!

junho 18, 2012

GRUPO INTEGRALISTA DA GUANABARA – GIG

(Província Mártir da Guanabara)

Fundado em 11 de Maio de 2005

grupointegralistadaguanabara@yahoo.com.br

INTEGRALISTAS: UNIÃO!

“Juramos, hoje, união, fidelidade uns aos outros, fidelidade ao destino desta geração”.

Manifesto de Outubro – Capítulo 5º

Companheiros!

Hoje, mais do que nunca, a Nação Brasileira encontra-se ameaçada por todos os lados, interna e externamente. Impõem-se aos verdadeiros Integralistas, aos autênticos Soldados de Deus e da Pátria, aos legítimos seguidores e continuadores do Chefe Nacional Plínio Salgado, estabelecer entre si “uma união sem precedentes”, pois, sabemos, que conosco “morrerá ou vencerá uma Pátria”. Também o nosso Movimento foi atingido pelo espírito de desagregação que domina o nosso País, mas, nós, Integralistas, não podemos nos deixar conquistar por tal espírito, pois, Integralismo é soma, é adição, é fusão, é multiplicação, é sinergia, enfim, é união.

Face aos deformadores do Integralismo, que solertemente vão se infiltrando em nossos quadros, devemos reafirmar os nossos princípios doutrinários:

A existência de Deus.

A Providência Divina dirigindo os destinos dos Povos.

A Concepção Integral do Universo e do Homem.

A intangibilidade da Pessoa Humana e de suas legítimas projeções no espaço, no tempo e na eternidade, isto é, a Propriedade Privada e os Grupos Naturais(a Família, a Profissão, o Município, os Grupos Cultural e Político, a Nação e a Religião).

O Método Integralista(segundo o qual não existem problemas isolados, pois todos os fenômenos são interdependentes, são correlacionados).

Sobre tais princípios, o Chefe Nacional Plínio Salgado genialmente ergueu essa magistral construção filosófica que é a Doutrina do Integralismo.

É em torno desse imperecedouro monumento intelectual, que devemos cerrar fileiras e dizer um rotundo “NÃO!” aos inimigos do Brasil, particularmente aqueles mais perigosos, isto é, aqueles que se fazem passar por Integralistas, mas, que são meros agentes – conscientes ou não – de potências secretas, que sabem que o Integralismo ainda é a grande força da Unidade Nacional e que deve ser destruído preliminarmente, para que o Brasil possa ser extinto.

Lembremo-nos daquelas proféticas palavras do Chefe Nacional Plínio Salgado, em “Reconstrução do Homem”:

“Mas se os homens não se encontram uns aos outros, não se iluminam com a luz do Espírito e tudo querem interpretar pelas aparências materiais das expressões recíprocas às quais emprestam arbitrariamente as intenções que o seu próprio egoísmo sugere, nesse caso os homens – mesmo se dizendo unidos por pensamentos e objetivos formais – estarão desunidos, enfraquecidos, destruídos de todas as possibilidades de um êxito comum, ainda que esse êxito diga respeito aos mais nobres ideais.

“Assim desagregados, cada qual se governará pela sua presunção e esta será a tenebrosa conselheira que deflagrará a luta entre os que, por dever decorrente de um alto fim pré-estabelecido, deveriam tudo sacrificar para manter a unidade de quantos se aliciaram e se congregaram visando um nobre objetivo.

“Esse estado de espírito vai às últimas conseqüências. A presunção gera a desconfiança; a desconfiança gera as interpretações injustas; as interpretações injustas geram as ações inconseqüentes; as ações inconseqüentes geram, na parte adversa, atitudes de reação, quase sempre também inconseqüentes; as atitudes de reação provocam novas dissenções; as dissenções degeneram em palavras levianas e insinuações malévolas; e, ao cabo de algum tempo, uma comunidade de homens que se uniram com as melhores intenções, torna-se uma matilha de lobos a se entredevorarem.”

“Os ideais humanos, por mais belos que sejam, nada valem, se nós os interpretamos ao clarão colorido dos nossos caprichos, das nossas animosidades, das nossas antipatias, dos nossos ressentimentos, dos nossos interesses que se dissimulam em puritanismos farisaicos; eles valem, à luz branca e pura do nosso Espírito. Pois se objetivos materiais imediatos tudo desunem, o Espírito tudo une, tudo harmoniza, tudo coordena em ritmos perfeitos de ação e de marcha”.

Portanto, Companheiros, devemos deixar de lado, velhos desentendimentos, descabidos anseios de liderança, vaidades intelectuais, enfim, todos os possíveis e fúteis motivos de separação, e levar vigorosamente a Revolução Interior ao mais profundo recesso de nossas Almas, para acordarmos aquelas energias infinitas de que falava Gustavo Barroso.

Irmanados pela Doutrina do Sigma, sabendo exatamente o que somos e o que queremos para o Povo Brasileiro, devemos iniciar uma ação firme, mas, sem quixotismos, isto é, sabendo onde e quando devemos agir, sem alarde desnecessário, e buscando os terrenos de luta em que tenhamos a certeza da vitória, poupando assim nossas energias para as refregas cada vez mais violentas no futuro, sempre preservando nossa mobilidade durante as grandes batalhas, em defesa do Brasil e da Humanidade, que se avizinham inexoravelmente. Devemos criar órgãos próprios de informação, que nos mantenham verdadeiramente cientes da realidade, o que nos permitirá tomar as decisões corretas nos momentos adequados, bem como nos facultarão todos os elementos necessários ao planejamento inteligente, sem o qual nada deve ser empreendido, pois estaria fadado ao fracasso. Tudo isso, obviamente, sob o comando unificado e responsável de lídimos Integralistas.

Nesta encruzilhada da nossa História, lanço este apelo aos Integralistas:

Unamo-nos Pelo Bem do Brasil!

 

Anauê!

Rio de Janeiro, 23 de Novembro de 2005.

Sérgio de Vasconcellos

GRUPO INTEGRALISTA DA GUANABARA

grupointegralistadaguanabara@yahoo.com.br

O Integralismo e a Revolução Comunista de 1935

junho 14, 2012

O Integralismo e a Revolução Comunista de 1935

Sérgio de Vasconcellos

Ao Companheiro Valmir Soares Jr.

Nos dias finais de Novembro de 1935, vivendo o Brasil em plena Democracia, sob a égide da Constituição social-democrática de 1934, alguns Brasileiros, civis e militares, magnetizados pelo marxismo-leninismo – uma ideologia estrangeira, internacionalista, imperialista, materialista, totalitária e anti-democrática -, desfecharam um golpe revolucionário visando destruir as liberdades públicas e instaurar um Estado Totalitário. Tal revolução, mais conhecida pelo antipático nome de “Intentona Comunista”, custou a vida de dezenas de Brasileiros – muitos dos quais Integralistas -, e que teve sua nada heróica culminância no episódio tristemente célebre do 3º RI, na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, quando militares comunistas assassinaram covardemente colegas de farda ainda dormindo.

Apesar de toda a articulação – secreta e de procedência internacional -, a insurreição bolchevista estourou apenas nas cidades de Natal, Recife e Rio de Janeiro, malogrando inteiramente. Ora, qual a principal razão do fracasso comunista?A ação fora minuciosamente concebida e a certeza de seu sucesso era tão grande, que Stálin enviou ao nosso País três comunistas de sua inteira confiança – que seriam os verdadeiros governantes do Brasil, agindo por trás de Luís Carlos Prestes, o líder oficial – Harry Berger, a esposa deste (Elise) e Olga Benário, que ao contrário da vulgata romântica, não se uniu a Prestes por “amor”, mas por ordem do Komintern…

Se formos ouvir os discursos nas Comemorações oficiais do esmagamento do levante e de Homenagem aos seus Mortos, teremos a impressão que foi a pronta reação das Forças Armadas que impossibilitou o sucesso comunista. Por mais que nos desagrade desmentir as Autoridades Nacionais, particularmente, as das nossas Forças Armadas, que desde a Guerra Holandesa só tem honrado o Brasil, infelizmente, somos obrigados a dizer em nome da Verdade que, a versão oficial é falsa e que as explicações que até aqui têm sido dadas pelos historiadores para a derrota comunista em 1935, salvo as honrosas exceções de praxe, são insuficientes e equivocadas.

Então, perguntar-me-ão, afinal, qual é a Verdade? Respondo:

A principal razão para o total fracasso da Revolução Comunista de Novembro de 1935 chama-se… INTEGRALISMO!

Se os Militares chamam para si a inteira responsabilidade da vitória da legalidade, se os historiadores, em sua maioria, desconhecem os acontecimentos, isto não altera a substancialidade do fato histórico. Os Integralistas, os únicos Brasileiros que pressentiam estar sendo algo tramado contra o Brasil pela 3ª Internacional, foram os primeiros a opor-se ao levante comunista, inclusive apresentando-se em instalações militares – quando a cadeia de comando e comunicação do Exército estava completamente rota -, o que impediu que diversas unidades militares fossem tomadas ou sublevadas pelos Vermelhos, como por exemplo, meu Tio, Geraldo de Paula Lopes, a frente de um Grupo de Integralistas no Quartel de Campinho, no Rio de Janeiro.

Todavia, a Heróica iniciativa dos Integralistas, que foi seguida pela ação de outros civis patriotas e finalmente pelas Forças Armadas, não teria talvez logrado o êxito obtido se muito antes de 1935, o Integralismo, não tivesses se lançado a tarefa de esclarecer o Povo Brasileiro e construir uma consciência cívico-política. Graças ao metódico trabalho da Acção Integralista Brasileira foi quase que por completa anulada a infiltração marxista nos Quartéis, o que privou a Revolução Comunista de elementos humanos preciosos, sem os quais a Revolução Vermelha já estava fadada ao fracasso.

Curiosamente, se Militares e Historiadores ignoram ou fingem ignorar a participação vital do Integralismo no debelamento da revolta marxista, os derrotados, isto é, os Comunistas, reconhecem-na lealmente, o que se comprova por uma Carta-Circular de 1936, em que Prestes explicava o insucesso e, entre outras coisas, dizia:

“Eu pensava agir de outro modo bem diferente” – refere-se à revolução comunista de 1935 – “como já tinha tido oportunidade de me manifestar aos camaradas mais chegados, PRINCIPALMENTE DEPOIS DO FENÔMENO INTEGRALISTA, que escapou por completo às minhas cogitações. Informei em sessão secreta do Comintern que, antes de tentar qualquer golpe no Brasil, era necessário:

“(…).

“3º) – EXTINGUIR OU PELO MENOS ENFRAQUECER O INTEGRALISMO”.

O próprio Dimitroff o reconheceu:

“Não foi possível vencermos no Brasil porque tivemos a leviandade de subestimar a força e a influência que o Integralismo representava”.

Então, Dimitroff expede novas instruções gerais, em 1936:

“1 – Exercitar as massas populares no movimento anti-nacionalista (fascismo, nazismo, “Croix du Feu”, INTEGRALISMO e outras organizações anti-comunistas); atrair para essa luta a pequena burguesia(classes liberais), reservando-lhes um lugar para as reivindicações que tiverem, na frente-popular democrática.

“(…)”.

Enfim, o malogro da Revolução Comunista acabou por originar a seguinte diretiva, também de Dimitroff, que é seguida maquinalmente até hoje pelos comunistas e pela burguesia apátrida:

Concentrant lê feu contre “les chefs” intégralistes et la politique hitlerienne du gouvernement, soulignant que ces “chefs” sont des agents des groupes les plus réactionnaires de l’impérialisme, il faut partout lutter pour lê front démocratique national-libérateur, surtout à la base y compris celle de l’Action Integraliste. Il faut mobiliser les masses pour qu’elles exigent des deux candidats (Armando Salles et José Américo) non des phrases vides pour la “démocratie”, mais une attitude nette devant les problèmes concrètes de la démocratization du pays, qui exige, pour commencer, la libération de Prestes e de sés compagnons, leur amnistie totale, l’établissement d’um regime de libertes démocratiques, etc”.

Traduzindo para o nosso idioma a parte que mais nos interessa desse precioso documento:

Concentrando o fogo contra “os chefes” integralistas (…), sublinhando que esses “chefes” pertencem aos grupos mais reacionários do imperialismo, lutar em toda a parte pela frente democrática nacional-libertadora, principalmente na base, incluindo a luta contra a Ação Integralista.(…)”.

Σ

Todas estas reflexões de caráter histórico são importantíssimas, quando sabemos que o marxismo – que muitos bisonhos acham que desapareceu com a sinistra União Soviética – está conspirando ativamente para instaurar no Brasil um Estado Totalitário, com o seu cortejo de horrores. Hoje, mais do que nunca, o Brasil necessita dos Integralistas, e que o exemplo dos Companheiros que nos antecederam na Revolução Integralista nos sirva de seguro farol de orientação na nossa luta por Deus, pela Pátria e pela Família.

BIBLIOGRAFIA:

1 – Custódio de Viveiros

“Os Inimigos do Sigma”

Rio de Janeiro – Livraria H. Antunes – 1936 – 200 págs.

2 – Plínio Salgado

“O Communismo contra o Brasil”

Rio de Janeiro – s/ed. – 1937 – 31 págs.

3 – Plínio Salgado

“Páginas de Combate”

Rio de Janeiro – Livraria H. Antunes – 1937 – 189 págs.

4 – Plínio Salgado

“Discursos(1ª Série – 1946/1947)” – 1ª edição

São Paulo – Cia. Ed. Panorama – 1948 – 190 págs.

5 – Plínio Salgado

“O Integralismo perante a Nação” – 4ª edição

em

“Obras Completas de Plínio Salgado” – vol. 9.

São Paulo – Editora das Américas – 1955 – 423 págs.

6 – Plínio Salgado

“Doutrina e Tática Comunistas (Noções Elementares)” – 1ª edição

Rio de Janeiro – Livraria Clássica Brasileira – 1956 – 155 págs.

7 – Plínio Salgado

“Livro Verde da Minha Campanha” – 2ª edição

Rio de Janeiro – Livraria Clássica Brasileira – 1956 – 270 págs.

8 – Plínio Salgado

“Palestras com o Povo

“(Irradiações do programa das terças-feiras na Rádio Globo em 1957 e 1958)”

Rio de Janeiro – Livraria Clássica Brasileira – 1959 – 195 págs.

9 – Plínio Salgado

“O Integralismo na Vida Brasileira”

Rio de Janeiro – Edições GRD/Livraria Clássica Brasileira – s/d – 269 págs.

“Enciclopédia do Integralismo” – Vol. I

10 – Plínio Salgado

“Discursos Parlamentares”

Seleção e introdução de Gumercindo Rocha Dorea

Brasília – Câmara dos Deputados – 1982 – 982 págs. – il.

Perfis Parlamentares – vol. 18.